DIABETES TIPO 2: ENTENDA O QUE É E SE VOCÊ ESTÁ SOB RISCO

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DIABETES TIPO 2: ENTENDA O QUE É E SE VOCÊ ESTÁ SOB RISCO

DIABETES TIPO 2: ENTENDA O QUE É E SE VOCÊ ESTÁ SOB RISCO
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O Diabetes é uma doença que se caracteriza pelo aumento da glicose no sangue. Parte
do que comemos se transforma em glicose após a digestão. Essa glicose (açúcar) é usada pelas
células do corpo para seu funcionamento adequado. Para tanto, as células precisam da
insulina (hormônio produzido pelo pâncreas) para permitir a entrada da glicose nas células.

Quando a utilização da glicose não é adequada, a glicose no sangue aumenta (hiperglicemia),
permitindo que cheguemos ao diagnóstico. A hiperglicemia, por sua vez, é a responsável pelo
desenvolvimento das complicações do diabetes, como redução ou até perda da visão,
problemas nos rins, no coração (aumento do risco de infarto) e nos nervos (neuropatia
diabética – dormência nos pés, dor nos pés, câimbras, formigamento), além do aumento de
chances de amputações.

O Diabetes Mellitus tipo 2 é o tipo mais comum e se associa ao sedentarismo, à obesidade, à
síndrome metabólica e à história familiar. Aproximadamente metade dos pacientes com a
doença desconhecem sua condição. Quando sintomático, o paciente pode urinar
excessivamente, inclusive acordar várias vezes à noite para urinar; ter sede excessiva e
aumento do apetite, perda de peso, cansaço, visão turva, infecções frequentes, principalmente
as de pele.

Ocorre especialmente em pessoas obesas com mais de 40 anos de idade. Entretanto,
vemos na atualidade maior frequência em jovens, em virtude de maus hábitos alimentares,
sedentarismo e stress da vida urbana. Além disso, pessoas com pai ou mãe com diabetes
também estão sob maior risco de desenvolver a doença.

O diagnóstico é geralmente feito quando duas glicemias de jejum, realizadas em dias
diferentes, estão maiores ou iguais a 126mg/dL.

O tratamento é composto por mudanças de hábitos de vida com melhora na alimentação e
atividade física regular e, na maioria das vezes, uso de medicamentos orais.

Porem, em casos selecionados, pode ser necessário o uso de insulina para controle da doença.
Se você apresenta algum desses sintomas ou fator de risco para a doença, procure

atendimento médico.

Dra. Larissa Garcia
Endocrinologista